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Dentista na Vila Mariana


Dr. Richard Morita - Odontologia: Saúde & Estética
CLÍNICO GERAL -CROSP 87.828
Dentista em Sao Paulo SP




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Odontologia Ultrassônica - Pontas Diamantadas CVDentus




Preservar estruturas sadias com o mínimo de desconforto ao paciente: Esta é a base da odontologia moderna.


Passando pelo stand da CVD Vale no 28o. CIOSP (Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo) me deparei com colegas da faculdade -  ex-  alunos  e professores entusiasmados com a ferramenta desenvolvido na querida cidade de São José dos Campos.  Seguindo o lema do Congressão 2010 "INOVAR PARA TRANSFORMAR" adquiri esses novos insertos para o aparelho de ultrassom do meu consultório.





Pontas ultrassônicas diamantadas CVDentus




As pontas CVDentus vão ao encontro desses preceitos mais modernos. Habilitam a odontologia ultra-sônica e possibilitam máxima prevenção e preservação, com mínima restauração.

Com CVDentus, cáries de todas as classes e tamanhos, são tratadas dentro de conceitos mínimo invasivos, preservando estruturas sadias e removendo de forma efetiva o material cariado.


Histórico


As pontas Cvdentus (patenteada pela FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) são resultado direto do desenvolvimento em diamante CVD pelo DIMARE - Diamantes e Materiais Relacionados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) de São José dos Campos. 

O principal objetivo do estudo foi o desenvolvimento de diamantes para aplicações espaciais, em particular como materiais lubrificante sólidos, janelas ópticas e dissipadores de calor.


Em novembro de 2002 e em Janeiro de 2003 as pontas CVD para ultra-som foram lançadas no mercado, em eventos memoráveis no Shearaton Hotel, no Rio de Janeiro e no Centro de Convenções Rebouças em São Paulo.

Em 2003 a tecnologia das pontas Cvdentus ganhou o Prêmio Finep de Inovação Tecnológica, como melhor produto da Região Sudeste. Ganhou ainda a menção honrosa nacional que foi entregue diretamente pelo Presidente da República. Outros premios importantes, sempre pela alta inovação do produto, foram os Prêmios Master de Ciência e Tecnologia (2002 e 2003) e o prêmio Top Smile (2003).

Com o crescimento da aceitação do produto as pontas em diamante CVD para ultra-som ganharam a marca registrada Cvdentus.

Em 2007 a empresa consolidou o termo "Odontologia Ultra-sônica", que melhor caracteriza todo o novo campo de trabalho, dentro da odontologia, que se abriu por uma invenção habilitadora: as pontas Cvdentus.

Diamante CVD e a Odontologia Moderna

CVD
é um diamante especial vem do termo em inglês CHEMICAL VAPOR DEPOSITION. Significa deposição química a partir do vapor.

O processo de obtenção do diamante CVD ocorre em um reator a baixa pressão e alta temperatura. O diamante CVD representa uma enorme evolução tecnológica. As pontas CVdentus têm uma pedra única de diamante com rugosidade natural. Tem resistência e durabilidade extremamente alta.

A tecnologia de ultra-som para uso em odontologia tem cerca de 50 anos, e permite diversos procedimentos auxiliares em tratamentos dentários, tais como:


  • periodontia,
  • remoção de tártaro,
  • endodontia e cirurgia apical
  • condensação de inlays/onlays,
  • remoção de pinos e coroas,

Mas era usada em dentística de forma apenas muito limitada, pois não existia pontas com qualidades de corte e resistência na remoção de esmaltes e dentina cariada que suportasse o aparelho de ultrassom. Somente com as pontas especiais CVDentus o uso do ultrassom no preparo cavitário agora é viável. 


Antigamente para  remover o tecido cariado era indicado remover parte do dente sadio para dar retenção ao material (amálgama de prata) e prevenir recidivas de cárie. Hoje o conceito de preparo cavitário mudou: preservar o máximo estruturas dentárias sadias - com as pontas CVdentus temos melhor precisão do corte com a mínima geração de calor e desconforto aos dentes.


Menor histórico de dor, de ansiedade e traumas psicológicos ao paciente em relação ao tradicional motorzinho (turbina de alta rotação)

Por que não dói?
Certeza absoluta sobre as razões do limiar de dor muito mais alto que no caso de outras técnicas de preparo cavitário ainda não estão totalmente estabelecidas. O fato é que este maior limiar de dor é evidente. Já existem alguns indícios provados cientificamente.
O primeiro é o mínimo aquecimento do dente, que se verifica ficar à temperatura da água de refrigeração. A temperatura da água, como também refrigera a peça de mão, fica em uma temperatura confortável, próxima à temperatura do corpo, o que evita o choque térmico, evitando dor.
O segundo é a verificação de que o movimento do ultra-som não se transfere através dos canalículos dentinários, deixando intacto o complexo dentina-polpa, enquanto na alta rotação, por exemplo, a interface da polpa é sugada para o interior dos canalículos. O fato do complexo dentina-polpa permanecer intacto é um forte indicativo para a ausência de dor.
O terceiro é a forma de uso. O uso correto do ultra-som é feito com pressão muito leve, com isso evita-se o esforço mecânico capaz de induzir dor. Isso é muito característico do uso pelo dentista. Os dentistas iniciantes na técnica relatam casos de sensibilidade, mas à medida que vão se aprimorando e reduzindo a pressão de uso relatam uma redução drástica dos casos de sensibilidade.

Existe algum processo de analgesia produzido pelo ultra-som?
Apesar de muitos dentistas relatarem parecer haver algum processo de analgesia, devido ao fato de observarem com frequência regiões que eram sensíveis em uma primeira tentativa, deixarem de ser sensíveis após algum tempo de uso, não existe qualquer evidência científica que comprove processos de analgesia. É provável que a maior leveza no uso seja responsável pela ausência de dor nestes casos.

O uso de anestesia é sempre dispensável?

Não, o uso das pontas ultra-sônicas CVDentus têm um limiar de dor muito mais alto, mas elas não anestesiam. Pacientes diferentes têm sensibilidade diferentes. Muitas vezes o uso do ultra-som é absolutamente indolor, mas outros procedimentos acessórios causam dor, de forma que a anestesia pode ser necessária. Um exemplo típico é a surpreendente remoção de uma restauração antiga profunda com ultra-som, sem que o paciente sinta qualquer dor, mas ao secar a cavidade com o jato de ar muito forte, provoca dor aguda. Neste caso deve-se soltar o ar aos poucos para evitar o choque térmico que provoca a dor. Independente da situação o uso de anestesia diminui bastante e, muitas vezes, somente o uso de um anestésico tópico resolve o problema.

FONTE: CVD VALE

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