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Notícias: Odontologia, Saúde e Estética

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Dr. Richard Morita - Odontologia: Saúde & Estética
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Ortodontia: Tratamento Ortodôntico - Tire suas dùvidas!

Tratamento Ortodôntico

0 que é Ortodontia?
Ortodontia é a especialidade da Odontologia que estuda o crescimento e desenvolvimento da face,
bem como o desenvolvimento das dentições de alter dentições decídua (de leite), mista e permanente
e seus desvios de normalidade, prevenindo, interceptando e corrigindo as más oclusões.

Em que idade deve ser realizada a primeira consulta ao ortodontista?
Apesar de não existir idade mínima para realizar a primeira consulta ao ortodorítista, a época mais oportuna para se procurar um ortodontista é no começo da troca dos dentes de leite pelos dentes permanentes, ou seja, no início da dentição mista.

0 clínico geral poderá fazer essa avaliação inicial e encaminhar o paciente se necessário?
Sim. 0 clínico geral ou o odontopediatra (dentista responsável pelo tratamento em crianças) normalmente estão preparados para detectar alguma alteração da normalidade e encaminhar para uma avaliação ao ortodontista.

Quais os tipos de correções realizadas?
0 ortodontista, atualmente, inicia seu tratamento com condutas mais simples, como a manutenção de espaços nos casos de perda prematura de dentes, corrigindo até casos mais complexos, como os tratamentos ortodônticos associados ao aumento ou diminuição cirúrgica dos maxilares.

Quando da necessidade de tratamento, quais os benefícios além da estética?
A função principal do tratamento ortodôntico é restabelecer a oclusão dentária (perfeito engrenamento dos dentes superiores e inferiores), que é fundamental para a correta mastigação e, conseqüentemente, adequada nutrição e saúde bucal. Com o restabelecimento da oclusão, evitam-se problemas de respiração, deglutição, fala e da articulação tempororriandibular.

O paciente adulto poderá se submeter ao tratamento?
Sim. Não existe idade máxima para a realização de tratamento ortodôntico, embora no paciente adulto alguns cuidados especiais devam ser tomados, principalmente em relação aos tecidos de suporte dos dentes,que podem chegar a contra-indicar o tratamento. Este pode ser mais lento e limitado, devido a falta de crescimento, problemas periodoritais, perdas de elementos dentários e maior comprometimento das estruturas dentárias devido a próteses ou restaurações extensas.

Quais são os tipos de aparelhos?
Os aparelhos podem ser divididos em dois grupos: o fixo e o removível. 0 aparelhos fixos são unidos aos dentes através de uma substância adesiva ou cimento; são compostos por bráquetes (metálicos, plásticos ou cerâmicos), tubos e anéis, que suportam o arco metálico responsável pela movimentação dentária. Permitem maior movimentação dos dentes e independem da colaboração do paciente. Já os aparelhos removíveis são encaixados na boca, podendo ser retirados pelo paciente ou pelo ortodontista, e dependem da colaboração do paciente. Podem ser ortodônticos, os quais realizam pequenas movimentações dentárias, ou ortopédicos, utilizados nas correções esqueléticas (ósseas).

Existe aparelho estético?
Sim, hoje em dia, existem aparelhos como os de cerâmica, que são bastante estéticos, em que as peças de suporte se confundem com a colaboração do dente.

Quanto tempo demora em média o tratamento?
É difícil de se prever o tempo de um tratamento ortodôntico, pois este depende de vários fatores, como respostas biológicas individuais, tipo de má oclusão, tipo de aparelho utilizado e colaboração do paciente. Um tempo médio é de vinte e quatro a trinta meses de tratamento ativo.

É dolorido?
0 tratamento ortodôntico, no início, causa uma certa sensibilidade, principalmente na fase de colocação do aparelho.Após essa fase, existirá algum desconforto para o paciente cerca de 24 a 48 horas após os ajustes praticados pelo ortodontista.

Existe algum risco no tratamento?
Quando o tratamento é bem planejado e executado por profissional qualificado, não existem riscos maiores ao paciente, desde que este siga todas as instruções dadas, principalmente no aspecto de higiene bucal, pois os detritos podem causar problemas gengivais, periodontais, manchas brancas ou, mesmo, cáries dentárias.

Se os pais possuem má posição dos dentes, o mesmo pode ocorrer com os filhos?
Sim. Apesar de o problema genético ser um dos fatores do aparecimento da má oclusão nos filhos, outros fatores podem levar a tratamento ortodôntico, como respiração bucal, sucção prolongada de dedo ou chupeta, deglutição atípica e anomalias dentais.

É necessário extrair dentes permanentes?
Em muitos casos, a extração de dentes permanentes se faz necessária, principalmente naqueles em que há falta de espaço para a acomodação de todos os dentes no arco. 0 resultado deve ser um perfil harmonioso, agradável, com lábios contactados, sem esforço muscular e perfeita harmonia dentária. Quando bem indicadas, as extrações não trazem prejuízo algum ao paciente.

Existe a possibilidade de os dentes retornarem à posição original?
À posição original, não. Podem ocorrer pequenas acomodações pós-tratamento, que podem estar ligadas ao crescimento e às alterações funcionais. Essa tendência é normalmente bem controlada e minimizada através de um bom planejamento, de perfeita execução da técnica ortodôntica, bem como da utilização correta dos aparelhos de contenção.

FONTE: REVISTA DA APCD V. 50, Nº 5, SET./OUT. 1996




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Ciência aproxima o sonho de fabricar os próprios dentes

Por Pedro Lipcovich*

A experiência foi realizada por pesquisadores da Universidade de Tóquio: conseguiu desenvolver em camundongos dentes novos a partir de células tronco. É um passo para terapias que se propõem a reconstituir órgãos humanos por este caminho.


"E agora, o que será?", indagou o camundongo ao seu dentista. "Um implante metálico, uma ponte, um dente postiço?"


"Nada disso", contestou o dentista de roedores. "Vou implantar uma célula tronco que vai se transformar no seu próprio dente, novo".

O camundongo participava de uma experiência efetuada no Japão e publicada numa prestigiosa revista científica: as peças dentárias assim desenvolvidas – a partir de células tronco procedentes de embriões – mostraram ser semelhantes aos dentes naturais, com plena aptidão para morder e mastigar, e se integraram integralmente ao organismo receptor.



A experiência não só abre perspectivas revolucionárias para a odontologia. É um dos mais impressionantes avanços da "terapia regenerativa", que visa reconstruir tecidos e órgãos humanos.
"Esses avanços tocam os limites da ficção", comentou um pesquisador argentino. Mas ele advertiu que, para se poder aplicar essas técnicas em seres humanos, ainda falta conseguir o desenvolvimento de células tronco similares às embrionárias. A experiência foi conduzida por uma equipe da Universidade de Ciências de Tóquio, e publicada na revista Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America.

O texto começa por recordar que "o principal propósito da terapia regenerativa é desenvolver, por meio da bioengenharia, órgãos totalmente funcionais, capazes de substituir aqueles perdidos ou ou danificados por enfermidade, lesão ou envelhecimento".
O estudo também adverte que "essas tecnologias ainda não obtiveram reconstruções tridimensionais de órgãos plenamente funcionais". Mas afirma ter logrado a reconstrução tridimensional do dente do camundongo. "A substituição dentária por terapia regenerativa é um modelo confiável para se avaliar a futura aplicação clínica da substituição de órgãos por meio da bioengenharia", sustenta o relatório.

Mas como se fabrica um dente de verdade? A estratégia para se desenvolver uma "terceira dentição", depois dos dentes de leite e dos definitivos, consiste em reproduzir o processo que acontece durante o desenvolvimento embrionário: reconstitui-se, em laboratório, via bioengenharia, um "germe dentário", diferenciado das outras células, que produzirá um dente e não outra coisa.
No caso, os pesquisadores obtiveram as células correspondentes a um germe de molar, a partir de um embrião de camundongo de 14 dias de desenvolvimento. Cultivaram-no em laboratório durante uma semana. E a seguir o implantaram no alvéolo da região molar superior de um camundongo adulto, cujo primeiro molar superior tinha sido extraído três semanas antes. Passados 36 dias da implantação, "a ponta do dente apareceu na cavidade oral". "O dente regenerado logrou uma total oclusão (encaixe da dentição) com o dente oposto natural e harmonia com os outros dentes do animal receptor", diz o relatório. "A capacidade mastigatória situou-se dentro dos padrões normais", embora o tamanho do dente obtido pela bioengenharia fosse menor que o dos outros dentes, conforme reconhecem os pesquisadores. Conseguiu-se, além disso, que as fibras nervosas do organismo dos animais receptores penetrassem na polpa do dente obtido por bioengenharia. "Esses nervos foram capazes de transmitir sinais e estímulos"; o organismo receptor também fez chegar ao novo dente vasos sanguíneos para sua nutrição.

"Concluindo, este estudo fornece a evidência da exitosa substituição de um órgão completo e funcional em um organismo adulto, por meio do transplante de um germe obtido por bioengenharia, reconstituído a partir da manipulação in vitro de uma única célula. Nosso estudo traz uma contribuição substancial ao desenvolvimento da tecnologia de bioengenharia para a futura terapia de substituição de órgãos", afirma a equipe da Universidade de Tóquio.


* Fonte: http://www.pagina12.com.ar/diario/sociedad/3-130006-2009-08-15.html


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Halitose

O QUE É HALITOSE?
Hálito é todo ar expirado pelos pulmões, podendo sair pela boca ou por outras cavidades aéreas como nariz, seios paranasais e faringe. O normal é o hálito humano ser inodoro ou ligeiramente perceptível pelas pessoas ao seu redor. A halitose, nome científico do mau-hálito, é uma anormalidade do hálito, em que são liberados odores desagradáveis. É o sintoma de algum problema de origem local, geral, sistêmica e/ou emocional, ou seja, é um sinalizador de que algo não vai bem no organismo.

O QUE CAUSA A HALITOSE?
Dezenas de causas são relacionadas à halitose. Dentre as causas gerais, destacam-se as de origem respiratória (exemplos: sinusite e amidalite), digestiva (exemplo: erupção gástrica, tumores e úlcera duodenal), metabólica (exemplo: diabetes, alterações hormonais) e emocional (estresse). Dentre as causas de origem local, podemos citar o acúmulo de placa dentária, a cárie e suas seqüelas, alterações gengivais e periodontais, peças protéticas deterioradas ou mal adaptadas, alteração na composição e quantidade da saliva e principalmente a saburra lingual. A saburra é uma camada de restos alimentares, bactérias e células descamadas que se acumula sobre a língua dando-lhe um aspecto esbranquiçado. Aproximadamente 85% dos casos de halitose são de origem local, relacionados a alterações bucais.




POR QUE A PESSOA QUE TEM HALITOSE MUITAS VEZES NÃO SABE DA SUA CONDIÇÃO?
Isso ocorre porque o olfato, assim como a visão, é suscetível à grande adaptação. Na primeira exposição a um cheiro muito forte, a sensação pode ser muito intensa, mas dentro de alguns minutos, o odor quase não é mais sentido. Dessa forma, as pessoas são incapazes de avaliar sua própria halitose.

POR QUE É COMUM AS PESSOAS APRESENTAREM MAU HÁLITO AO ACORDAR?
O mau hálito matinal é conhecido como halitose fisiológica. Ela ocorre porque durante o sono a produção de saliva cai para níveis mínimos, causando a putrefação de células descamadas da mucosa bucal que permanecem retidas na boca, causando odor desagradável. Soma-se a isso o longo período sem a ingestão de alimentos, diminuindo os níveis de glicose no sangue e deixando o hálito com odor cetônico. Outra forma de halitose fisiológica é o mau cheiro temporário causado por algum componente específico da dieta como álcool, cebola e alho. A halitose fisiológica é uma condição transitória, geralmente controlada com uma boa higiene bucal. O grande problema é a halitose patológica que é muito mais intensa e persistente.

COMO TRATAR A HALITOSE PATOLÓGICA?
O tratamento deve ser baseado na correta identificação da causa (ou causas) que determina a produção dos gases causadores do mau hálito e na sua eliminação ou atenuação. A higiene bucal também é fundamental para o sucesso do tratamento, com escovação, uso do fio dental e limpeza da língua após as refeições e ao deitar, evitando o acúmulo de bactérias. Os enxágües bucais podem ser úteis para a limpeza de áreas de difícil acesso, como as amídalas linguais. Deve-se tomar cuidado com os enxágües que contêm alta concentração de álcool, pois podem agravar quadros de boca seca e ardor, e contendo clorexidina pois podem manchar os dentes e provocar alterações do paladar quando usados indiscriminadamente. Além dos enxágües bucais, os lubrificantes orais e salivas artificiais podem ser úteis nos casos em que a pessoa apresentar produção deficiente de saliva. Uma forma simples de controlar o mau hálito é beber ao menos dois litros de água por dia e evitar o jejum prolongado. Por fim, ter mau hálito não é normal, portanto, em caso de suspeita procure um cirurgião-dentista.

FONTE: Revista da APCD (227) - Orientando o Paciente




Veja o que os especialistas recomendam para se livrar desse problema







O mau hálito é um problema que persegue muitas pessoas. E há muitos motivos para a halitose, como é chamado tecnicamente o problema. Alexandre Lyra, coordenador do curso de Estética Dental Instituto de Pesquisa e Odontologia Integrada do Rio de Janeiro (Ipoin), lista as principais causas desse incômodo.

Conheça as causas

“A higiene da língua deficiente e a presença de cáries ou doenças na gengiva são os fatores mais comuns que causam o mau hálito”, explica Lyra. Por outro lado, outras doenças podem ser denunciadas pelo odor. “Doenças sistêmicas, tais como diabetes, nefrites e doenças broncopulmonares, também provocam a halitose.”

O especialista em reabilitação oral do mesmo instituto, Vinícius Lima, acrescenta à lista outras doenças que podem ser as culpadas pela halitose. “Doenças da orofaringe, digestivas, alcalose, doenças hepáticas e perturbações do sistema gastrointestinal”, exemplifica.

E os motivos não param por aí. “Há, também, outros causadores, como pacientes que possuam problemas em suas próteses dentárias, o tabagismo, a deficiência de vitamina A e D, intestino preso e estresse”, complementa ele, que afirma ainda haver outras causas desconhecidas.

Porém, não é necessário se assustar com hálito matinal, pois ele é fisiológico. Alexandre explica que “isso ocorre devido a uma baixa dos níveis de glicose e redução do fluxo salivar durante o sono”. A saída é simples. “Escovação adequada, uso de fio dental e enxaguatório bucal.”

Acabe com o problema

Para se livrar de vez do problema, algumas medidas são necessárias. “Cuidados com a alimentação e um bom controle da higiene dos dentes e da língua são medidas fundamentais”, diz Lyra. “A ingestão de água e aumento do fluxo salivar com gomas sem açúcar pode ajudar também”.

Porém, não adianta tentar mascarar o problema. “Procurar um especialista para analisar a origem da halitose permitirá um tratamento adequado com solução mais rápida”, orienta. E, lembre-se, descobrir a causa, nesse caso, é tão importante como descobrir o motivo de uma febre.

Vinícius encerra dizendo que “o mau hálito acaba sendo um sinal do corpo para avisar que algo no organismo não está bem. Por isso, é importante procurar um profissional capacitado para verificar melhor os motivos que levam à halitose e identificar as opções de tratamento existentes.”

fonte: Portal IG
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